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Experts da informação
Na era do conhecimento, a profissão de bibliotecário passa por profundas mudanças e o resultado é uma carreira mais dinâmica, melhor remunerada e com várias possibilidades de atuação
Por Heloísa Noronha
Fonte: Vencer! , v.7, n.75, 2005
http://www.vencer.com.br/materia_completa.asp?codedition=75&pagenumber=1
Escrito por BibliNews às 15h00
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Livros na internet O Globo - 10/2/2006 - por Ancelmo Góis Ancelmo Góis conta que dois diretores do Google foram ontem à Biblioteca Nacional e propuseram digitalizar as obras de domínio público do acervo. Segundo o colunista, a biblioteca vai levantar o número exato de livros para que o site faça uma proposta final.
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Escrito por BibliNews às 14h59
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Hopi Hari arrecada livros do programa São Paulo Pela Leitura PublishNews - 10/2/2006 Quem visitar o Hopi Hari nos meses de fevereiro, março e abril poderá contribuir com o programa São Paulo Pela Leitura doando livros usados, mas em bom estado. Os livros arrecadados serão distribuídos para escolas, bibliotecas e instituições carentes. A ação é promovida pela Prefeitura da Cidade de São Paulo, por meio da São Paulo Turismo, com apoio da Fundação Hopi Hari, e tem como objetivo aproveitar a realização da 19ª Bienal Internacional do Livro para transformar São Paulo no grande centro literário do Brasil. Os visitantes que doarem livros irão concorrer a diversos brindes do parque, como saltos no Hadikali e na Tirolesa, passaportes, camisetas e muito mais. Os livros podem ser entregues no balcão de grupos, localizado na entrada do parque, ao lado esquerdo das catracas. Além da campanha de arrecadação de livros, o programa inclui diversas outras ações que visam incentivar a leitura e promover o turismo em São Paulo. Entre elas, Mediadores de Leitura - Despertando a Paixão por Ler, desenvolvido pela Fundação Abrinq, que conta com 200 jovens que realizarão sessões de leitura para crianças a partir do próximo mês. Os encontros ocorrerão em pontos inusitados, como nos zoológico, shoppings e nos parques temáticos, como no Hopi Hari. O Playcenter também participa da campanha "São Paulo Pela Leitura", e promoverá, durante cinco finais de semana, sessões de leitura monitoradas dentro do Parque. Uma equipe de jovens monitores da Fundação Abrinq vai interagir com o público através da leitura e dramatização de livros infanto-juvenis. Cada sessão terá a duração de aproximadamente 20 minutos. Seis monitores estarão presentes para que, durante todo o projeto, aproximadamente 200 livros sejam lidos. A ação tem início no sábado, dia 11 de fevereiro, e termina no domingo, dia 12 de março. As leituras dos livros começam às 14h e encerram-se às 18h. O Playcenter vai oferecer, ainda, 10% de desconto no passaporte (não-cumulativo) mediante apresentação do canhoto do ingresso da Bienal do Livro, aos visitantes que comprarem ingressos na bilheteria do Parque durante todo o mês de março. |
Escrito por BibliNews às 14h59
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Sem-teto faz biblioteca em prédio invadido
AFRA BALAZINA da Folha de S.Paulo
Antes ocupado por entulho, esgoto e água de enchente, o subsolo do edifício Prestes Maia, 911, uma das principais favelas verticais da cidade de São Paulo, agora abriga uma biblioteca com cerca de 3.500 obras, entre livros, revistas, gibis e enciclopédias.
A "reforma" foi feita por um grupo de sem-teto que invadiu o local em 2002 e mora ali em condições precárias --com ligações clandestinas de água e luz, divisórias de madeiras e um banheiro para cada 15 famílias, em média.
A biblioteca dos sem-teto, que funciona desde dezembro, tem mais publicações do que as salas de leitura de colégios municipais, que são entregues com acervo inicial de 2.000 livros.
Entre os seus títulos, há obras de Machado de Assis, Mark Twain, Kafka, Balzac, Milan Kundera, Jorge Amado e Paulo Coelho e a coleção de Harry Potter.
O acervo do Prestes Maia foi formado com doações de uma ONG e de uma escola, mas também com publicações recolhidas no lixo. As prateleiras e os tapetes que decoram a biblioteca foram obtidos por doação.
O colégio Móbile foi um dos que deu obras aos sem-teto. A coordenadora de 1ª a 4ª série da escola, Eliana Tayano, diz que a doação de 600 livros é a primeira etapa de um projeto comunitário. "Nossa idéia é ir ao prédio para contar histórias", afirma.
O controle do empréstimo de livros na biblioteca é feito pelo catador Severino Manoel de Souza, 56, que tem um caderno para anotar as entradas e saídas. Foi dele a idéia de fazer uma biblioteca no prédio. "Encontrava livros e não tinha coragem de mandar para a reciclagem", diz. Ele nunca freqüentou a escola e aprendeu a ler com "uma cartilha de ABC e a ajuda de um tio".
O devorador de livros do Prestes Maia é o ambulante Lamartine Brasiliano, 38, que lamenta que o lugar não tenha ainda obras do escritor Gabriel García Márquez.
Para incentivar a leitura, no subsolo está pichada uma frase do jornalista Paulo Francis: "Quem não lê não pensa, e quem não pensa será para sempre um servo". Há desenhos de Bob Marley e Che Guevara nas paredes.
Reintegração de posse
A biblioteca atende às 468 famílias que moram no prédio, ligadas ao MSTC (Movimento dos Sem Teto do Centro). Mas os habitantes podem não ter tempo de usufruir do acervo: a PM se prepara para fazer a reintegração de posse, autorizada pela Justiça, no local. O despejo deve ocorrer a partir do dia 15 de fevereiro.
As famílias se dividem nos 20 andares de dois blocos em locais parecidos com barracos, separados por pedaços de madeira e com poucos móveis. Os corredores são coloridos por roupas penduradas, e os vidros das janelas, quebrados, foram substituídos por papelão. A maioria dos habitantes trabalha como ambulante ou faz bicos.
Porém, diferentemente da maioria da população de baixa renda da cidade, que não tem acesso à cultura, as famílias do Prestes Maia vão freqüentemente à Pinacoteca do Estado. Em 2005, os sem-teto integraram o Programa de Inclusão Sociocultural do museu, onde estiveram sete vezes.
Escrito por BibliNews às 14h57
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1/18/2006 - Livros passarão a ter nova carteira de identidade
Campanha de informação sobre as mudanças no número de identificação dos livros – o International Standard Book Number (ISBN) – está prevista para começar a partir do segundo semestre de 2006
Fonte: http://www.francal.com.br/2005/codigo/p_noticias_conteudo.asp?noticia_ID=7777
Escrito por BibliNews às 14h54
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Biblioteca em Braille ganha prêmio do PNUD
O trabalho voluntário de uma bibliotecária aposentada do Distrito Federal para fomentar a leitura entre deficientes visuais com a ajuda de livros em Braille foi considerado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) como um bom exemplo brasileiro para as oito formas de mudar o mundo. Ex-coordenadora do Sistema de Bibliotecas Públicas distrital e responsável pela Biblioteca Braille de Taguatinga - que ajudou a criar com a professora Dalila de Lara e duas alunas deficientes visuais, Neuma Pereira e Noeme Rocha - Dinorá Couto foi uma das vencedoras do Prêmio Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, entregue em meados de dezembro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva a 27 personalidades brasileiras com ações exemplares. Entre os diversos projetos criados na biblioteca Dorina Nowill, onde Dinorá trabalha como voluntária há dez anos, estão o "Luz e Autor em Braille" e o "Revelando Autores em Braille".
Escrito por BibliNews às 14h53
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12/02/2006 - 16h31
BNDES recebe inscrições de museus até sexta-feira O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) encerra no próximo dia 17 as inscrições para a segunda edição da seleção pública de projetos de conservação de acervos e melhoria das condições de atendimento ao público de museus, arquivos e bibliotecas nacionais.
Neste ano serão investidos pelo banco R$ 5 milhões, não-reembolsáveis, para apoio a projetos de até R$ 500 mil, mesmo valor aplicado no ano passado, quando foram selecionados 49 projetos de 13 Estados, no âmbito do Programa de Preservação de Acervos. O programa foi lançado em outubro de 2004 pelo BNDES, em cooperação com o Departamento de Museus do Ministério da Cultura.
Os projetos deste ano serão escolhidos por uma comissão composta por especialistas da área, além de representantes do BNDES e do ministério.
Com Agência Brasil
Escrito por BibliNews às 14h51
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12/02/2006 - 15h21
São Paulo vira capital da leitura em março
da Folha OnlinePela primeira vez, a Bienal do Livro de São Paulo vai ocupar o maior centro de feiras da América Latina, o pavilhão de exposições do Anhembi. O evento, promovido desde 1970 pela Câmara Brasileira do Livro, começa no próximo dia 9 de março e termina no dia 19. Além de exibir os lançamentos do mercado editorial, a bienal pretende incentivar a doação de livros, promover sessões de leitura, principalmente para crianças e adolescentes, além de atrair turistas para a capital. Dados da São Paulo Turismo, órgão da prefeitura, mostram a capital como o principal centro literário do país, ou seja, é onde são vendidos mais livros do que qualquer outra cidade brasileira. A pesquisa "Retrato da Leitura no Brasil", feita pela Câmara Brasileira do Livro, indica a existência de 2,4 milhões de leitores ativos na cidade. Considera-se leitor a pessoa que lê ao menos um livro num prazo de três meses. Além disso, São Paulo pode ser considerada a capital nacional da cultura. Há cerca de 280 salas de cinema, 120 teatros, 71 museus e 11 centros culturais. A São Paulo Fashion Week ocorre duas vezes por ano. O calendário cultural inclui ainda a Mostra Internacional de Cinema, em outubro, o Grande Prêmio de Fórmula 1, a Bienal de Arte e de Arquitetura, entre outros eventos. Para incentivar a leitura e incrementar o turismo na cidade durante e nos dias que antecedem e sucedem a bienal, a São Paulo Turismo fechou parcerias com empresas e associações. Entre elas, estão a Adibra (Associação dos Parques de Diversão do Brasil), Fundação Abrinq, Abresi (Associação Brasileira de Gastronomia, Hospitalidade e Turismo), Sindicato dos Taxistas, Fundação Bienal, Fundação Zoológico, Aliança Francesa, Secretaria Municipal de Cultura, Universidade Anhembi Morumbi e os parques temáticos Playcenter, Hopi Hari e Wet'n Wild. CampanhaOs parques temáticos Playcenter, Hopi Hari e Wet'n Wild vão participar da campanha de incentivo à leitura dando desconto em ingressos para os livros doados. O Playcenter oferecerá no mês de março 10% de desconto mediante doação de um livro em bom estado para grupos pré-agendados. O Hopi Hari dará 10 % de desconto em março e abril (até dia 19) para grupos pré-agendados mediante doação. Já o Wet´n Wild oferece 10% de desconto em troca de um livro em bom estado, na bilheteria, nos meses de março e abril (até dia 19), exceto nos dias 18 de março e 8 de abril. Outros lugares também receberão os livros: na Fundação Bienal, o posto de arrecadação será na Portaria do Pavilhão da Bienal, Parque Ibirapuera, portão 3, das 6h às 24h. O Zoológico receberá as doações durante o horário de funcionamento. Todas as unidades da Aliança Francesa também estarão recebendo doação, além dos quatro campi da Universidade Anhembi Morumbi. Bibliotecas públicas de todas as regiões da cidade estão recebendo doações. A relação de endereços para doação e a data de início da campanha podem ser consultados no site www.spturis.com/saopaulopelaleitura.
Escrito por BibliNews às 14h50
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A cruzada para indexar livros Jornal do Brasil - 13/2/2006 - por Marcelo Nóbrega Os tentáculos do Google se estendem cada vez mais longe. O que começou como um mecanismo de páginas na web, hoje conta com e-mail, loja de vídeos, mapas de todo o mundo, mensageiro instantâneo e muitos outros serviços. Para Marco Marinucci, diretor de Parcerias Estratégicas do Google, o Book Search é um dos três projetos mais importantes da empresa. A iniciativa visa indexar os livros de todo o mundo, usando o sistema de relevância já conhecido de quem usa o buscador padrão. Por conta das diferentes leis de direito autoral entre países, o serviço trata as obras de forma diferente. Em alguns casos, as páginas não podem ser exibidas, outros permitem apenas amostras. No cerne, o Book Search se dispõe a "mostrar os livros que contêm certa palavra e onde eles podem ser comprados", como explicou Marinucci em entrevista ao JB. A confusão sobre o objetivo do Book Search rendeu dois processos nos EUA contra o Google e protestos de acadêmicos franceses, que temem a preponderância da língua inglesa no serviço. Marinucci esteve no Brasil na semana passada para explicar essas e outras questões aos editores nacionais e já tem um aliado de peso. Sobre a possível participação da Biblioteca Nacional no serviço, o ministro da Cultura, Gilberto Gil, declarou na sexta-feira, no Rio de Janeiro, que "a iniciativa é muito interessante. Os museus digitais se espalham pelo mundo todo e é bom que tenhamos esse desenvolvimento aqui também". Para ler na íntegra a entrevista do JB com Marco Marinucci, clique no título desta matéria. >> Leia mais |
Escrito por BibliNews às 14h44
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Às vésperas da Bienal do Livro, capital se torna centro literário
 Diário de S.Paulo
SÃO PAULO - De hoje até 12 de março, a cidade de São Paulo passa a ser uma grande sala de leitura. É o início do projeto "São Paulo pela Leitura". Durante o período, que antecede a realização da 19ª Bienal Internacional do Livro, crianças e adolescentes poderão ler e ouvir histórias contadas por equipes de mediadores em diversos pontos cidade como as bibliotecas municipais, o Jardim Zoológico e as sedes das subprefeituras.
De acordo com a São Paulo Turismo (SPTuris), a iniciativa tem por objetivo transformar a cidade em um "grande centro literário" e despertar o gosto pelos livros entre os jovens, além de incentivar o público paulistano a visitar a Bienal, que este ano ocorre no Pavilhão de Exposições do Anhembi, de 9 a 19 de março.
Ainda segundo a empresa, a iniciativa beneficiará diretamente cerca de 16 mil crianças, jovens e adultos com a leitura. Para tanto, a empresa coloca à disposição do público em cada local um acervo de 200 obras, entre elas as autores brasileiros consagrados, como Cecília Meireles e Carlos Drummond de Andrade.
O "São Paulo pela Leitura" também vai contar com postos que receberão a doação de livros. Parques temáticos que participam da campanha, como o Hopi Hari e o Playcenter, darão prêmios e descontos aos doadores. Também será possível fazer as doações na própria Bienal. O Zoológico e as bibliotecas públicas receberão doações durante seus horários de funcionamento.
Escrito por BibliNews às 08h37
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Google lança site acadêmico no País - Educação - O Estado de S.Paulo - 12/01/2006
São Paulo - O Google lançou ontem no Brasil o Google Acadêmico, a versão em português do Scholar, uma ferramenta de busca direcionada à educação. O buscador permite a localização de artigos científicos, trabalhos acadêmicos e outras publicações de instituições e entidades brasileiras como Universidade de São Paulo (USP), Coordenação de Aperfeiçoamento do Pessoal de Ensino Superior (Capes) e Pontifícia Universidade Católica do Rio (PUC-Rio). Não há trabalhos em outras línguas traduzidos para o português. O endereço do Google Acadêmico é o http://scholar.google.com.br. A versão para busca de trabalhos em inglês é acessada pelo http://scholar.google.com. “Esperamos que pessoas do Brasil usem, mas também que seja utilizado por europeus e americanos que queiram ter acesso a pesquisas brasileiras”, disse ao Estado o criador do Google Scholar, o indiano Anurag Acharya. A ferramenta existe desde 2004 em inglês e já foi criada também em chinês, sueco, norueguês, finlandês e dinamarquês. “Acredito que vai ser útil no Brasil. Os brasileiros já usam muito o Google”, disse Acharya, ao ser questionado da razão de lançá-la no País.
O Google Acadêmico funciona filtrando informações que um sistema de busca comum, como o próprio Google, não faria. Blogs, notícias de jornais e outras fontes não acadêmicas ficam de fora do resultado. Segundo Acharya, o buscador é mais utilizado por estudantes de universidades, pós-graduandos e professores. “Mas ele também é útil para pessoas comuns que queiram saber mais profundamente sobre câncer, por exemplo”, completa.
Copiar e colar - A divulgação de informações sem limites proporcionada por sites como o Google fez surgir no País um grande problema para as escolas e universidades. Há algum tempo, tornou-se comum a prática de fraudar trabalhos, copiando e colando textos de sites.
Caio (nome fictício), de 25 anos, conta que usou textos da internet para fazer pelo menos metade de seus trabalho no curso de Publicidade de uma grande faculdade particular. “Pegava informações em vários lugares, mudava algumas palavras e imprimia”, diz. Nunca foi descoberto pelos professores. Certa vez, copiou da internet um resumo inteiro de O Príncipe, de Maquiavel, e tirou nota 10.
“A internet é um facilitador para a escola, o que precisamos é ensinar como lidar com ela”, diz a diretora pedagógica da Escola Cidade Jardim/Play Pen, Celia Tilkian. Para ela, se os professores pedirem aos alunos trabalhos reflexivos e não apenas descritivos, fica difícil copiar da internet.
“O problema está menos no aluno e mais na proposta feita pelo professor”, concorda o coordenador do ensino médio do Colégio Lourenço Castanho, Wagner Borja. Segundo ele, os casos de cópia da internet são comuns a partir da 8ª série.
Para tentar resolver o problema, o colégio já passou a exigir lições feitas à mão. “Pelo menos, dá um pouco mais de trabalho”, diz Borja. Além disso, quando desconfia de um texto com linguagem inapropriada para um aluno do ensino básico, o coordenador procura no próprio Google a informação causadora da dúvida. “O buscador acaba mostrando certinho onde a informação estava.”
Essa é justamente a defesa de Acharya para os que dizem que seu Scholar poderia propiciar fraudes escolares. Para ele, cópias de livros de bibliotecas sempre existiram e era até mais difícil para o professor descobrir. “Hoje, se a informação foi pega da internet, fica mais fácil achar a fonte da cópia”, explica.
O Google não monitora o uso que é feito dos trabalhos científicos ou artigos disponíveis no Scholar. Mas Acharya diz que não há qualquer problema com violação de direitos autorais. A ferramenta só ajuda a encontrar mais facilmente informações já disponíveis na rede. Mesmo assim, ele conta que entrou em contato com instituições como USP, PUC-Rio e com a Capes, responsável pela pós-graduação no País.
O buscador apresenta os resultados da pesquisa por ordem de importância, assim como faz o Google. São considerados relevantes os artigos mais citados na literatura acadêmica e em que publicação ele pareceu. Sempre que possível, o Scholar busca também o texto na íntegra. O Google existe desde 1998 e foi fundado pelos estudantes de doutorado da Universidade de Stanford, na Califórnia, Larry Page e Sergey Brin.
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Escrito por BibliNews às 08h25
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